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Muda Ravenala ou Árvore do Viajante

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Descrição do produto

Muda Ravenala ou Árvore do Viajante

Tamanho da muda 18 a 30 cm

De aspecto sensacional não é para qualquer jardim. Muito admirada
e apropriada para grandes jardins residenciais, parques e fazendas
podendo chegar até a 12 metros de altura.
Conhecida como arvore do viajante, é muito graciosa de tal forma que se destaca em vasos e jardins.

Nome popular:
Ravenala
Nome Ciêntífico:
Ravenala madagascariensis
Família:
Strelitziaceae
Origem:
África, Madagascar
Ciclo de vida:
Perene
Folha:
Suas folhas são enormes, como as folhas de bananeiras e sustentadas por longos e fortes pecíolos, dispostos em leque. Entre estes pecíolos, a planta acumula água, que serve para matar a sede dos viajantes, e que acabou lhe valendo o nome popular. Quando estes pecíolos caem, ficam cicatrizes no caule lenhoso à semelhança das palmeiras.
Crescimento da planta:
Herbácea de tronco alto, pertence à família Strelitziaceae, nativa de Madagáscar, perene, de crescimento rápido, podendo atingir em clima tropical, até 30 metros de altura. Conforme a planta cresce, vai progressivamente perdendo as folhas mais baixas e mais antigas, revelando um tronco cinza resistente.
Frutos
Os frutos que se seguem são cápsulas marrons, com sementes de arilo azul iridescente, atraentes para os pássaros.
Quando da Flores?
A floração ocorre no outono
Flores
As inflorescências, semelhantes às de estrelítzia, surgem entre os pecíolos, com brácteas verdes em forma de barco e flores de cor branca-creme, vistosas. O conjunto formado por brácteas e flores lembra a cabeça de uma ave, com bico e crista pontiagudos.
Como adubar essa planta?
➜ No plantio misturar 5 litros de esterco bem curtido na cova, e se o solo for muito argiloso recomenda-se acrescentar 5 litros de areia. O esterco e a areia devem ser bem misturados ao solo que retornará à cova. ➜ Para manutenção fazer adubações semestrais com adubo orgânico e NPK 10-10-10.
Como regar essa planta?
Regue a planta a cada 10 dias, pois a planta apresenta grande resistência a falta d’água.
Vai em qual clima?
Equatorial, Subtropical, Tropical
Nativa de qual clima?
Tropical
Aceita poda?
Como ela cresce em forma de leque ,apenas retirar as folhas laterais secas e brotos para deixar uma planta única.
Vai na sombra?
Sol pleno
Planta de frio ou calor?
Prefere clima quente e úmido, não tolera frio intenso e geadas.
Mudas com qual altura?
18 a 30 cm
Atrai pássaros?
Atrai passaros
Quais pragas tem essa planta?
Nome Científico: Rhabdoscelus obscurus Ordem: Coleoptera Família: Curculionidae Status Regulatório: Praga quarentenária ausente Sinonímias: Calandra obscura, Rhabdocnemis fausti, Rhabdocnemis interruptocostatus, Rhabdocnemis maculata, Rhabdocnemis nudicollis, Rhabdocnemis obscura, Rhabdocnemis obscura, Rhabdocnemis promissus, Rhabdoscelis obscura, Rhabdoscelus maculatus, Sphenophorus beccarii, Sphenophorus insularis, Sphenophorus interruptecostatus, Sphenophorus nudicollis, Sphenophorus obscurus, Sphenophorus promissus, Sphenophorus sulcipes, Sphenophorus tincturatus. Nomes Comuns: Sugarcane weevil borer Hospedeiros: Saccharum officinarum, Cocos nucifera, Carica papaya, Zea mays, Elaeis guineensis, Bactris gasipaes, Areca catechu, Dictyosperma album, Musa x paradisiaca, Musa sp., Caryota mitis, Phoenix roebelenii, Euterpe sp., Metroxylon sagu, Phoenix canariensis, Roystonea regia, Syagrus romanzoffiana, Ravenala madagascariensis, Inocarpus fagifer, Saccharum sp., Strelitzia reginae, Dypsis sp., Roystonea sp., Sabal palmetto, Poaceae sp., Ptychosperma elegans, Dypsis decaryi, Pritchardia pacifica, Wodyetia bifurcata, Dypsis lutescens. Parte(s) afetada(s): Caule/Ramos Fase(s) em que ocorre o ataque: Crescimento vegetativo Identificação: Os ovos medem entre 1 e 2 mm de comprimento, são ligeiramente curvados e de coloração branca. A medida que desenvolvem-se os ovos adquirem coloração branco-opaca. As larvas, quando completamente desenvolvidas, medem cerca de 15 mm de comprimento. O corpo é esbranquiçado, translúcido, com cabeça castanha, são ápodas e de formato oval. Possuem pelos distribuídos ao logo do corpo, sendo que nos últimos seguimentos abdominais possui pelos mais rígidos e longos. A fase de pupa ocorre em um casulo construído pelas larvas com fibras da planta dentro das galerias. Adultos medem entre 12 e 14 mm de comprimento. O corpo é de coloração castanho-avermelhada, com exceção da cabeça, que é mais escura. Possui uma faixa escura no pronoto e diversas manchas também escuras sobre o Élitro Bioecologia: Em cana-de-açúcar, as fêmeas colocam os ovos em perfurações feitas por elas no caule em profundidades de 3 mm aproximadamente, ou ainda em rachaduras e feridas. Em palmeiras, os ovos são colocados no pecíolo e sobre o caule. Apenas um ovo é colocado em cada cavidade. Cada fêmea coloca entre 120 e 150 ovos. Assim que eclodem, as larvas penetram nas hastes, indo em direção a base da planta. Durante o desenvolvimento, as larvas passam por 6 estágios de desenvolvimento e um estágio pré-pupa. A fase de pupa ocorre dentro das galerias construídas pela larva e após completar o desenvolvimento, os adultos saem do casulo e abandonam a planta através de perfurações feitas pelas larvas antes de empuparem. Possui múltiplas gerações anuais, e o ciclo de vida dura cerca de 13 semanas. Sintomas: Em cana-de-açúcar, as larvas constroem galerias no interior do caule das plantas, podendo ser eles maduros ou semi-maduros. É característico da espécie a formação de serragem seca, resultante da alimentação da larva dentro dos entrenós. Em palmeiras, as larvas são encontradas atacando o caule logo acima ou ao lado das raízes, sendo encontradas em até 2 metros acima da linha do solo. Nas palmeiras mais jovens, o ataque ocorre na parte central das hastes, podendo destruir completamente a planta atacada. Devido ao ataque da praga, sai um exsudato gelatinoso de furos na base das folhas ou caule. Controle: Controle cultural: Os restos culturais devem ser removidos do campo. Nos locais onde a praga ocorre, também é utilizado o controle químico.

Avaliação geral do produto

4.5/5.0

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